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Aleatoriedades - sem sentido algum

6 de ago. de 2015


Digamos que eu não estivesse preparada para o começo das aulas - nem física nem psicologicamente. Acredito eu que tenha feito deste blog uma espécie de diário, mas sintam-se à vontade por aqui a qualquer momento. 
Acho meio bizarro o fato de saber que pessoas que eu conheço pessoalmente possam ter acesso a isso tudo também. Meio que me intimida um pouco, me faz não querer vincular uma vida com outra. É tão mais simples falar as coisas por trás de uma tela de computador, não é? 
Bem, vejamos. O que tenho a dizer sobre a primeira semana de aula? Está sendo um saco. Totalmente. Quero que a próxima semana comece logo e a semana depois dessa mais ainda. Tudo o que eu preciso é do verão. E como eu preciso! Eu nunca fui a maior fã de férias de verão, porque eu nunca viajo pra longe nem faço nada muito interessante, mas este ano, por incrível que pareça, irei passar o ano novo em um lugar diferente, e conhecer um lugar novo estava definitivamente nas minhas metas pra 2015. 
Na verdade, nem tenho muito o que falar. Acho eu que este foi meu post mais aleatório de todos os tempos, mas é isso. Não podia ficar sem postar por muito tempo, nem que fosse simplesmente uma introdução sem o devido conteúdo. Minha vida? Uma bagunça. Como vai a de vocês? 

Atemporal

15 de jul. de 2015

El mundo esta lleno de posibilidades

Eu estou nadando no espaço. Entre tudo e entre nada. Vagando num pequeno pedaço do infinito, que não consigo definir se é grande o bastante para que meus pensamentos viagem comigo. É tudo tão complicado. Mas essa visão compensa, sabe? As estrelas são mais bonitas daqui. Eu posso ver a Terra. Posso ver nosso continente, nosso país, nossa cidade, posso até ver você se forçar um pouquinho os olhos. E o pensamento. Consigo ver você rindo com os seus amigos, despreocupado, esquecido de todos os problemas que afligem o mundo. Naquele momento, sua risada me conforta. Queria poder ouvi-la.

Mas não ouço. Não ouço nada. Isso aqui é puro vácuo. Apenas ondas de luz se propagam, mas isso não me incomoda nem um pouco. O som do silencio tem sido um deleite para meus ouvidos. Ah, como eu queria que todos pudessem ver além da noite estrelada da Terra. É claro que é bonito, mas isso aqui? É impossível de ser descrito. É magnífico.

Ao longe, percebo outros planetas. Até consigo enxergar uma outra galáxia. Me pergunto se em algum daqueles outros pequenos mundinhos - eles não passam do tamanho da palma da minha mão daqui onde estou - existe vida. São devaneios e talvez nada mais que isso, mas quem poderá saber? O universo é tão imenso, tão infinito. Tão cheio de mistérios que nunca viveremos o suficiente para ver além dessa simples visão, embora ela compense. Será que há outra pessoa vendo o que eu vejo nesse momento? Que também aprecia sentir o nada tocar seu corpo e afagar os cabelos tanto quanto eu, agora?

E então, acordo. De volta a minha cama, a minha cidade, o meu país, continente, planeta. E volto a dormir. Porque ainda acredito que vou conseguir ficar presa em um sonho e escapar daqui. 

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Olá, pessoal! Tudo bem? Meu nome é Caroline, tenho 15 anos, e como vocês puderam perceber, talvez tenha um ou dois parafusos a menos. Mas se alguém aí se identificar, por favor, me acompanhe! Não sei se conseguirei levá-los tão longe assim ou para alguma espécie de viagem intergaláctica. Mas eu prometo: vou tentar.

P.S.: Por favor, ainda não me julgue pelo design do blog. Estou aprontando um pouquinho a cada dia. ;)